Mais segurança para construir algo coletivo.
Cresce o desejo por:
Ecovilas surgem como resposta a essa mudança cultural.
Mas existe um ponto crítico:
Boa parte dos projetos fracassam por falta de estrutura jurídica, um bom plano de negócios, governança clara e alinhamento entre propósito e modelo legal.
Como destacado em experiências práticas do setor, estruturar corretamente envolve:
É um projeto que integra:

Sustentabilidade integral: social, econômica e ambiental

Modelo coletivo de decisão

Arquitetura consciente

Premissas colaborativas e comunitárias

Organização jurídica compatível

Viabilidade econômica de longo prazo
Quando arquitetura, propósito e segurança jurídica caminham juntos, o projeto deixa de ser frágil e passa a ser estruturante.
No encontro, você poderá:
Importante:
Essa conversa não consiste em consultoria jurídica, não envolve emissão de parecer técnico e não entrega projetos prontos. Seu objetivo é oferecer clareza educativa em relação a projetos de Ecovilas.
Luciana Nandini atua há 20 anos nas áreas de Direito Imobiliário e Societário e há mais de 12 anos na estruturação estratégica de projetos relacionados a Cohousings, Colivings, Ecovilas, Smart Cities, Ecobairros e demais Comunidades Intencionais, projetos de Senior Living, além de Incorporações Imobiliárias, Condomínios e Loteamentos no Brasil.
Com experiência em contextos urbanos e rurais, seu trabalho se concentra na interseção entre mercado imobiliário e societário, longevidade, bem-estar, governança e aspectos institucionais.
Sua atuação é voltada à análise estratégica de modelos de negócios sustentáveis e regenerativos, respeitando tanto a viabilidade do projeto quanto as pessoas envolvidas.
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